Essa crônica revela a força da mulher alencarina na rotina sob o sol. Entre o ônibus apertado e a calçada quente, sua jornada é feita de resistência e pequenos refúgios na orla. Nessa caminhada viva, ele existe como uma testemunha silenciosa e a ponte que acolhe cada passo, permitindo seguir inteira, sem abrir mão de si mesma no meio do caminho.